Solenidade de 106 anos da Cruz Vermelha Brasileira

Confira as fotos

Cruz Vermelha Brasileira Participa de Ação Social

Por: André Sá
 

Por André Sá
 

No dia  8  de Novembro voluntários da Cruz Vermelha Brasileira participaram  da ação “Mãos que Ajudam a Serviço da Comunidade” .O evento foi desenvolvido e organizado por A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias e realizado simultaneamente em vários estados do Brasil. O Órgão Central esteve representado pela Coordenadora Nacional do Voluntariado, Katherine Lima, que fez parte da equipe organizadora do evento.

Na ocasião foram oferecidos serviços gratuitos à comunidade, tais como:  assessoria jurídica, clínica médica, corte de cabelo, maquiagem, recreação infantil, aula de alongamento e ginástica, peneira  para time de vôlei , oficina de entrevista de emprego e currículo, aula de inglês ,  medição do índice de massa corpórea , além de palestras sobre prevenção de acidentes domésticos, administração de finanças em família e desastres naturais. Houve também  a apresentação de uma banda de jazz das Faculdades Integradas de Jacarepaguá (FIJ).  A Filial do Rio de Janeiro participou fazendo aferição de pressão arterial, difusão dos princípios e projetos institucionais e demonstrações de primeiros socorros .

Além da Cruz Vermelha Brasileira, outras organizações também presentes ao  “Mãos que Ajudam a serviço da Comunidade”, foram  a Defesa Civil do Município do Rio de Janeiro, o 80° Grupo Escoteiro Floresta, o Instituto Brasileiro de Engenharia de Custos (IBEC)  e a Universidade Norte Americana BYU (Brigham Young University). 

O evento, um verdadeiro sucesso, foi encerrado com uma brilhante palestra sobre Liderança ministrada pelo técnico da seleção masculina de vôlei  do Brasil, Bernardo Resende , o Bernardinho .

A Cruz Vermelha Brasileira parabeniza os organizadores do evento na pessoa do Sr. Nathan Ribeiro, Diretor de Assuntos Públicos. Eventos desta natureza são de fundamental importância para a sociedade como um todo e a CVB muito se orgulha em poder participar.

150 anos da Convenção de Genebra - Até a guerra tem limites

No 150º aniversário da Convenção de Genebra original de 1864, mais do que nunca apelamos a todas as partes dos conflitos a poupar os civis e respeitar o direito internacional humanitário.

Em Agosto de 1864, delegados de 16 Estados, reuniram-se numa conferência diplomática em Genebra. A 22 Agosto 1864 doze países que assinaram um tratado que consagrava a obrigação de poupar e proteger soldados feridos e as pessoas e equipamento implicados no seu tratamento: assim nasceu a Convenção de Genebra, e com ela o moderno direito internacional humanitário.

As regras estabelecidas pelo direito internacional humanitário protegem aqueles que não fazem parte, ou já não participam, das hostilidades – nomeadamente civis e feridos, doentes ou combatentes capturados – e restringem os meios e métodos de combate. Todos os que são parte nos combates têm o dever de distinguir entre combatentes e civis e não podem atingir civis. Mas assinar tratados não é suficiente. As demasiado frequentes violações do direito humanitário nos conflitos têm um custo humano inaceitável.
 
Conheça o direito internacional humanitário em poucas palavras.
Veja o manuscrito da Convenção de Genebra original de 1864, com as assinaturas e selos dos representantes dos 12 países que assinaram a Convenção de Genebra original.

 

Carta da Presidente Nacional 

Caros voluntários, membros, parceiros, doadores e ativistas humanitários da Cruz Vermelha Brasileira;

Estamos vivenciando um momento muito delicado na nossa instituição, que tanto amamos e nos dedicamos. Porém quero dizer que esta exposição tem sido necessária para que todos tomem ciência de que hoje a CVB tem uma gestão digna de seu trabalho e honesta em sua administração. 

A divulgação pública desse passado recente deve ser vista como um marco do que foi e que juntos não permitiremos que se repita. Três anos de gestão deficiente e corrupta em ações diretas e específicas não podem apagar outros de trabalhos relevantes da Cruz Vermelha Brasileira, desenvolvidos por nossas filiais em vários estados do Brasil, inclusive no desastre da Região Serrana, pela Filial Rio de Janeiro.

Por isso precisamos estar juntos e não desistir de nosso sonho de renovar, reconstruir e acima de tudo resgatar o belo trabalho desta intuição centenária. Sabemos que situações como está já ocorreram também em outros países do mundo. Isso prova que não podemos generalizar povo brasileiro como corrupto. Ao contrário somos uma nação sensível, solidária e comprometida com as mazelas da população e que sempre pôde acreditar na Cruz Vermelha Brasileira como uma organização séria e cumpridora de sua missão de ajuda humanitária. 

Lamentavelmente, em qualquer lugar, existirão sempre pessoas desonestas que aproveitarão da infelicidade alheia, em benefício próprio. Como algumas outras organizações respeitadas no Brasil, a CVB, também foi vítima desta falta de escrúpulos. Mas acreditando no entendimento público, fizemos o nosso papel em denunciar os desvios as autoridades competentes. Não podíamos assumir a direção da CVB fechando nossos olhos para o passado e sermos coniventes com tudo isto.

Agora é necessário responsabilizar pessoas e não a instituição que tem sua missão acima de qualquer conduta. Reflitam: a Cruz Vermelha é um BEM PÚBLICO e todos nós temos responsabilidades com ela. Este é um momento de reflexão e mais do que nunca de mãos à obra para limpar o nome da maior organização humanitária do mundo, no nosso pais. Não critique e fique de fora. 

Sua palavras em favor do belo trabalho, que você conhece e que a Cruz Vermelha Brasileira fez e sempre fará não pode ser sucumbido por atos inconseqüentes de uma minoria desonesta.

Juntos seremos mais forte nessa luta, onde cada membro da Cruz Vermelha Brasileira empunha sua bandeira com orgulho, dignidade e honra. 


Rosely Pimentel Sampaio
Presidente Nacional da Cruz Vermelha Brasileira

Cruz Vermelha Brasileira apura e denuncia desvios de ex-gestores

Rio de Janeiro, 25 de julho de 2014.

Entidade solicita auditoria internacional para as próprias contas e das filiais nos estados. O resultado foi entregue as autoridades e direção atual pede punição para os antigos dirigentes

 

A Cruz Vermelha Brasileira deu o exemplo e teve coragem de cortar na própria carne. A entidade encomendou uma auditoria internacional e independente para passar um pente fino em todas as suas filiais e nas próprias contas. A ideia da nova gestão é enviar o resultado da auditoria as autoridades e exigir medidas que visem a recuperação dos recursos públicos desviados e da imagem da centenária instituição.

         A auditoria conduzida pela empresa inglesa Moore e Stephens concluiu que os desvios estão concentrados quase que exclusivamente nas filiais do Maranhão, Petrópolis e Ceará. No total, foram encontrados gastos sem comprovação e movimentações suspeitas na ordem de R$ 25 milhões. Recursos públicos e de doações que deveriam ter sido empregados em projetos conduzidos por estas filiais entre 2010 e 2012 ou entregues a vítimas de catástrofes, como o terremoto do Japão.

A Cruz Vermelha Brasileira já entregou o resultado da auditoria para o Ministério da Justiça e irá protocolar pedido de providencias judiciais nos Ministérios Públicos federal e estaduais. A direção da entidade pedirá punição aos gestores dessas filiais a época em que ocorreram os desvios. A Cruz Vermelha também estuda medidas judiciais que visem reparação pelos danos causados a imagem da instituição perante a opinião pública.

De acordo com o secretário-geral da CVB, Coronel Paulo Roberto Costa e Silva, a nova direção está empenhada em limpar dos quadros todos aqueles que querem se beneficiar da CVB. “São pessoas que não entenderam o princípio básico que norteia todo o pensamento da Cruz Vermelha, que é o benefício do próximo, a atuação humanitária. Somos uma instituição centenária, mundialmente conhecida e respeitada pela importância do nosso trabalho”, comentou Costa E Silva.

O secretário destacou que os projetos que ocorrem hoje em todo o território nacional tem sido uma referência e é essa a imagem que a nova direção pretende amplificar. “Gerimos uma unidade hospitalar que conseguiu, inclusive, o selo de acreditação hospitalar. Ou seja, uma garantia de boas práticas e de qualidade na prestação de serviços e de atendimento a população”, finalizou.  

 

Sobre a empresa de autoria: A Moore Stephens é uma das maiores redes de auditoria e consultoria do mundo, formada por mais de 660 escritórios e 300 firmas-membro, em 105 países. Está no ranking Top 10 da atividade.

A marca foi fundada em 1909, na cidade de Londres, com o propósito de beneficiar o desenvolvimento e firmar a transparência de empresas privadas e públicas, nacionais e multinacionais, de variados tipos, portes e segmentos de negócio.

Fonte: site da auditoria

 

 

CICV repudia o bombardeio do Hospital Al Aqsa em Gaza


Comunicado de Imprensa No. 14/124 

Genebra / Tel Aviv (CICV) – O Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) repudia energicamente o bombardeio ocorrido hoje contra o Hospital Al Aqsa, em Deir El Balah, Gaza, o qual matou pelo menos quatro pessoas e deixou inúmeros feridos. 

O hospital foi atacado diretamente pelo menos quatro vezes. A ala cirúrgica, a unidade de tratamento intensivo e vários equipamentos vitais sofreram danos graves, interrompendo assim serviços médicos essenciais. Uma equipe do CICV visitou o local e avaliou os estragos, tanto humanos com materiais, para levar ajuda e apoio imediatos. 

“Este incidente é mais um exemplo dos perigos que as equipes de assistência à saúde, os pacientes, as ambulâncias e os hospitais enfrentam durante o atual conflito em Gaza”, disse o chefe da subdelegação do CICV em Gaza, Christian Cardon. “Mesmo em meio à guerra, as pessoas devem poder receber assistência à saúde com segurança”. 

O CICV lembra todas as partes em conflito da sua obrigação de respeitar e proteger os profissionais de saúde, as ambulâncias e os estabelecimentos, conforme disposto no Direito Internacional Humanitário (DIH). As partes em conflito devem garantir que os profissionais de saúde não corram perigo, nem que sejam feridos, e que os hospitais e as ambulâncias não sejam atacados, destruídos ou usados para outros fins que não médicos. 
 

Mais informações: 
Ran Goldstein, CICV Tel Aviv, tel: +972 52 27 57 517 
Nadia Dibsy, CICV Jerusalém, tel: +972 52 601 91 48 
Nada Doumani, CICV Genebra, tel: +41 22 730 37 23 ou +41 79 447 37 26 
ou visite o nosso website: www.icrc.org/por
 
 
 
Gaza: água na linha de fogo



Comunicado de imprensa 

Genebra / Tel Aviv (CICV) – Os reiterados bombardeios devastam a frágil infraestrutura de abastecimento de água de Gaza, enquanto que a morte de diversos técnicos municipais, especialistas em recursos hídricos, ressalta o perigo que eles enfrentam ao realizar a sua tarefa vital de manutenção da rede. 

“Centenas de milhares de pessoas em Gaza estão agora sem água. Dentro dos próximos dias, toda a população da Faixa de Gaza sofrerá desesperadamente com a escassez”, afirmou o chefe da delegação do CICV em Israel e territórios ocupados, Jacques de Maio. 

“O fornecimento de água e energia elétrica também está afetado como consequência das atuais hostilidades. Se estas não cessarem, a questão não será ‘se’, mas ‘quando’ a população já sitiada enfrentará uma crise aguda de falta de água”, acrescentou. 

Os hospitais, os campos de refugiados, as escolas e as casas precisam de água e eletricidade para funcionar, mas os recentes ataques destruíram as redes de fornecimento. Para piorar a situação, os intensos confrontos impedem os técnicos de realizarem os consertos vitais. Depois da morte de diversos técnicos municipais, especialistas em recursos hídricos, nos últimos dias, o prestador do serviço de abastecimento de água de Gaza suspendeu todas as operações no terreno até que haja garantias de segurança para a sua equipe. 

Como consequência, centenas de milhares de outras pessoas em breve descobrirão que não têm água quando abrirem as suas torneiras. 

“A rede de abastecimento de água de Gaza foi se deteriorando ao longo dos anos. Os últimos ataques terminaram de destruí-la. Está cada vez mais difícil conseguir água potável no local, justamente no momento em que a temperatura está subindo. A água está contaminada e o esgoto, transbordando, o que traz um grave risco de disseminação de doenças”, disse o especialista do CICV em água e saneamento, Guillaume Pierrehumbert. “Nos últimos dias, as equipes do CICV ajudaram a realizar consertos essenciais de emergência na infraestrutura de água e saneamento em Gaza, o que melhorou a situação para mais de 90 mil pessoas, mas é necessária uma ação mais audaz com urgência”. 

Segundo o Direito Internacional Humanitário (DIH), as partes em conflito devem fazer a distinção entre objetivos militares e bens civis e entre combatentes e civis. Elas devem evitar causar danos aos civis ou aos bens civis, e protegê-los contra os efeitos das operações militares. Isso inclui a proteção dos técnicos especialistas em recursos hídricos, assim como as redes de fornecimento de água e energia elétrica.


Mais informações: 
Ran Goldstein, CICV Tel Aviv, tel: +972 52 27 57 517 
Nadia Dibsy, CICV Jerusalém, tel: +972 52 601 91 48 
Nada Doumani, CICV Genebra, tel: +41 22 730 24 78 ou +41 79 447 37 26 
http://www.icrc.org/por/resources/documents/news-release/2014/14-07-israel-palestine-gaza-water.htm
CRUZ VERMELHA BRASILEIRA AJUDA AS VÍTIMAS DAS ENCHENTES EM SANTA CATARINA
O Estado de Santa Catarina foi atingido por fortes chuvas nos últimos dias, que segundo o jornal o O Dia, deixou 5.204 pessoas desabrigadas e 32.728 desalojadas. As áreas mais atingidas foram a Serra Catarinense e o Vale do Itajaí, afetando cidades de Blumenau, Brusque e Itajaí.
A Cruz Vermelha Brasileira, no cumprimento de sua missão humanitária lançou uma campanha para a arrecadação de donativos em apoio as vítimas do estado de Santa Catarina.
As pessoas que quiserem colaborar poderão doar água, alimentos não perecíveis, cobertores, colchões e agasalhos na Filial de Cruz Vermelha Brasileira em Santa Catarina, localizada à Rua Santos Saraiva, 1.110, Bairro Estreito ou aqueles que estiverem distantes poderão contribuir depositando sua doação em dinheiro no Banco do Brasil Ag. 5453 – 4 C/C 63.200 – 7 CNPJ nº 07.763.757/0001-86.
Sua colaboração poderá ajudar a melhorar a vida daquelas pessoas que estão em situação de vulnerabilidade e perderam seus pertences nessa tragédia.
Melhores Informações ligue: (48)3244-6681 ou 9915-0102  

 

 Crédito da Foto: Divulgação Defesa Civil SC/ CP

Secretário Nacional de Defesa Civil visita a 

Cruz Vermelha Brasileira

Nesta quarta-Feira, dia 14 de maio, a Cruz Vermelha Brasileira recebeu a visita do Gen. Adriano Pereira Junior, Secretário Nacional de Defesa Civil, juntamente com o Ten. Cel. Márcio Mota, Subsecretário de Defesa Civil do Município do Rio de Janeiro, que foram prestigiar o Curso, em andamento, de Base Administrativa para Gestão de Desastres - BAGER, que em apoio a Subsecretaria de Defesa Civil Municipal do Rio de Janeiro, está sendo realizado na sede da Cruz Vermelha Brasileira, no período de 12 a 16 de maio.

 

O Curso, com carga horária de 40 horas-aula e que visa atender a necessidade de preencher uma lacuna no que diz respeito ao Planejamento e Gestão de Riscos, principalmente para as pessoas que trabalham em áreas relacionadas com ameaças, emergências e desastres em nível estadual, municipal ou setorial, está sendo ministrado por Consultores e Instrutores da OFFICE OF U.S. FOREIGN DISASTER ASSISTANCE - OFDA/USAID e conta com a participação de 16 voluntários socorristas de diversas filiais do Estado.

 

Na visita a Cruz Vermelha Brasileira, o Gen. Adriano também se reuniu com dirigentes da Instituição com objetivo de efetivar uma parceria no apoio a Ajuda Humanitária, em situações de catástrofes naturais e outras emergências, no cenário nacional.

 

Fonte de consulta: www.cbmerj.rj.gov.br

 

 

SOLENIDADE EM COMEMORAÇÃO 

AO 8 DE MAIO

 DIA MUNDIAL DA CRUZ VERMELHA

No dia 8 de Maio de 2014 foi realizada na Sede Nacional da Cruz Vermelha Brasileira,no Rio de Janeiro uma solenidade em comemoração ao Dia Mundial da Cruz Vermelha. A cerimônia foi abrilhantada pelas presenças das seguintes autoridades que, sob a presidência da jornalista Sra. Rosely Pimentel Sampaio, Presidente Nacional da Cruz vermelha Brasileira, compuseram a mesa de honra: representando do Governo do Estado do Rio de Janeiro, o Cel. Sérgio Simões - Secretário de Estado de Defesa Civil e Comandante Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Rio de Janeiro, o Cônsul Geral do Japão, no Rio de Janeiro o Sr. Yasushi Takase, a Deputada Federal Lilian Sá e o Chefe de Projetos do Comitê Internacional da Cruz Vermelha, Sr. Stephan Sakalian..
Estiveram, também presentes, o Embaixador Hélio Mendonça, Representante do Chefe de Escritório do Ministério das Relações Exteriores no Rio de Janeiro, o Deputado Federal Adilson Soares, a Deputada Estadual Enfermeira Rejane de Almeida entre outras autoridades.
Durante o evento, a Cruz Vermelha Brasileira lançou a campanha “Estádios Amigáveis”  - que visa conscientizar torcedores contra atos de violência nos estádios, durante as partidas de futebol, conferiu o Título de Amigo da Cruz Vermelha à autoridades e também, inaugurou a Galeria Histórica com fotos de Presidentes Nacionais, no Salão Diplomático da Instituição. 
Filiais da Cruz Vermelha Brasileira também marcaram a data com realização de solenidades e desenvolvimento de açõesem diversos estados do Brasil. 
 

 

Presidente da Cruz Vermelha Brasileira participa de reunião da CLACV

Com a presença de 18 Sociedades Nacionais e presidida pelo Dr. Mario Vilarroel, presidente da Sociedade Nacional Venezuelana, reuniu-se em El Salvador, nos dias 23 e 24 de abril o Comitê Latino-Americano da Cruz Vermelha - CLARCV, para tratar de assuntos relacionados aos avanços e preparativos para a Conferência Interamericana - CORI, a ser realizada em 2015, entre outros assuntos pertinentes a região das Américas

Além dos presidentes e representantes das Sociedades Nacionais estavam presentes membros da Federação Internacional e CICV que apresentaram conjuntamente o tema Coordenação do Movimento das Américas.

- A presença de nossa Sociedade Nacional em eventos importantes como este remete novamente a Cruz Vermelha Brasileira como real integrante do Movimento. Temos oportunidades de dialogar e trocar experiências, que são sempre bem recebidas, declarou a Presidente Nacional, Rosely Sampaio.

A abertura do evento foi realizada pelo presidente Sociedade Nacional anfitriã, Dr. Beijamin Ortega e pela presidente do CORI Ana Bela Rocco. O presidente do CLACV e  também se uniu ao grupo para debater os assuntos da agenda.


Cruz Vermelha Brasileira oferece apoio à Defesa Civil Municipal de Porto Velho, em Rondônia.

O Coordenador da Defesa Civil Municipal, Coronel José Pimentel, reuniu-se na manhã de terça-feira (15) com uma equipe da Cruz Vermelha Nacional (CVN), que se apresentou para cooperar com os serviços relativos à fase de resposta, etapa atual do estado de calamidade pública decretado no município.

Segundo André Araújo, chefe nacional do setor de Gestão de Riscos e Desastres da CVN, uma equipe nacional foi enviada para avaliar de perto as circunstâncias da cheia do rio Madeira em função da representatividade local da instituição não ter apresentado a resposta técnica esperada. “Quando acontece isso, a CVN envia uma equipe para apoiar o município. De acordo com o nosso estatuto, a Cruz Vermelha no Brasil deve auxiliar as Forças Armadas, os serviços militares de saúde e os órgãos públicos que atuam em catástrofes, calamidades e acidentes. Assim, nosso objetivo é apoiar aqui o trabalho da Defesa Civil Municipal, nesta etapa de repostas”, explicou.

André informou sobre as fases dos serviços que serão realizados pela equipe nacional em Porto Velho. Inicia-se pela avaliação das emergências para a geração de documentação que permita as ações internas da CVN, e também, a expedição de solicitação de recursos que possam ajudar a suprir necessidades da população e dos serviços de respostas realizados pelo município. Outra etapa acontece com a formação de uma equipe de voluntários para atuar em nome da Cruz Vermelha junto à Defesa Civil Municipal.

Essa equipe ofertará a mão de obra de apoio diário para distribuições de alimentos, assistências às famílias e diversos outros serviços básicos. Para a qualificação desse pessoal será realizada, na quarta e na quinta-feira desta semana, respectivamente dias 16 e 17, uma oficina de qualificação denominada de Noções Básicas Práticas (NBP). A última etapa, que segundo o agente da CVN representa a mais complexa e compreende a um período de 1 a 5 anos, pelo menos, é a da reconstrução, quando as famílias precisam retornar às suas casas e as equipes de trabalho passam a acompanhar todas as dificuldades peculiares desses processos.

O coordenador municipal da Defesa Civil afirmou que a ausência da Cruz Vermelha para auxiliar nas primeiras etapas de socorro às vítimas da enchente foi muito sentida, de forma que aprecia muito a revitalização pela qual deve passar agora a instituição, tanto em Porto Velho como em todo o estado. Destacou a importância da colaboração da CVN, que pode ajudar a captar profissionais para atuarem junto à Prefeitura na oferta por assistência social, prestação de serviços de psicológicos e de muitos outros. Além disso, espera-se também o apoio para a obtenção de alimentos, água, remédios e diversos outros elementos essenciais.

Fonte:

 
 
 
 
 
 
 
 
 
Publicado em 16/04/2014 15h22 - Atualizado em 16/04/2014 15h24

A CRUZ VERMELHA BRASILEIRA adere a campanha "Piscina + segura" da Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático.

 
A Campanha tem como objetivo conscientizar a população para cinco atitudes seguras que ajudam a diminuir o número de afogamentos em piscina, que hoje já chega a 53% dos casos de óbitos de afogamento na faixa etária de 1 a 9 anos de idade.
 
Você também pode fazer parte dessa campanha. Para melhores informações, visite o site da SOBRASA. 
 

 

Socorristas da Cruz Vermelha Brasileira apoiam o "Dança Pará Festival 2013".

Fonte: cvpa.org.eventos@gmail.com 
 

A Cruz Vermelha Brasileira atuou com cerca de 50 voluntários, preparados para prestarem um pronto atendimento emergencial, na última temporada do "Dança Pará Festival 2013" que reuniu dezenas de companhias de dança, em Belém, no período de 14 a 19 de dezembro.

 

A 22ª edição do evento teve apresentação no Teatro Maria Sylvia Nunes, na Estação das Docas e em outros espaços culturais da cidade e reuniu centenas de bailarinos, coreógrafos, diretores, técnicos e amantes da dança, vindos de vários lugares do Brasil.

 

Em 2013, o festival ofereceu aos participantes cursos da dança na atualidade, com informações sobre a linguagem técnica, além de experiências práticas e teóricas. O objetivo foi contribuir com a valorização dos profissionais, estimular o desenvolvimento socioeducativo e promover um intercâmbio efetivo.

 

 “A contribuição dos socorristas da Cruz Vermelha em eventos como este favorece no caso de ocorrência de algum trauma, entre os bailarinos ou qualquer outro tipo de acidente sujeito a locais de grande concentração de público, como este que ocorre na cidade”, destaca Carlos Moraes, Coordenador do Departamento Estadual de Gestão de Risco e Desastres da Cruz Vermelha Paraense.

Cruz Vermelha Brasileira participa de Comissão Organizadora que reúne esforços para as etapas preparatórias da 2ª Conferência Nacional de Proteção e Defesa Civil

 

Membros estarão em Brasília amanhã (17) para discutir estratégias de mobilização social

 

Brasília-DF, 16/12/2013 – A Comissão Organizadora Nacional da 2ª Conferência Nacional de Proteção e Defesa Civil (2ª CNPDC), a qual a Cruz Vermelha Brasileira faz parte,  se reúne nesta terça-feira (17), em Brasília. O evento terá a participação do secretário Nacional de Defesa Civil, Adriano Pereira Júnior.

Na segunda reunião do grupo, a comissão discutirá estratégias de mobilização para as etapas preparatórias da 2ª CNPDC, especialmente as municipais, que estão em andamento até o dia 15 de março. 

Novo processo de mobilização e consulta, a 2ª Conferência Nacional de Proteção e Defesa Civil promove a participação, o controle social e a integração das políticas públicas relacionadas à Proteção e à Defesa Civil. Coordenada pela Secretaria Nacional de Defesa Civil, do Ministério da Integração Nacional e a proposta é definir princípios e diretrizes para a Política Nacional de Proteção e Defesa Civil, com a participação das sociedade civil, órgãos municipais e estaduais de defesa civil e por conselhos profissionais, comunidades científica e órgão do governo federal.

Para isso, serão realizadas diversas etapas por todo o país, divididas em: municipais, estaduais, distrital, livres, virtual e etapa nacional. A previsão é que 1,8 mil pessoas participem da Conferência Nacional. Destas, esperam-se 1,7 mil delegados, dentre agentes de Defesa Civil, representantes da sociedade civil, da comunidade científica e dos conselhos profissionais e de políticas públicas.

A reunião será realizada nas instalações do Centro Nacional de Gerenciamento de Risco e Desastre (Cenad), das 10h às 18h. O encontro também dará continuidade aos encaminhamentos da primeira reunião da comissão, realizada no início de novembro. A etapa nacional da 2ª Conferência está marcada para 27 a 30 de maio, em Brasília.

FONTE: Secretaria Nacional de Defesa Civil - SEDEC/MI

http://www.2cnpdc.mi.gov.br

05/12/2013 12h51 - Atualizado em 05/12/2013 12h51

 

Cruz Vermelha Brasileira celebra

 

 

105 anos

 

 

de contribuição para a saúde

 

Estima-se em 20 mil o número de voluntários cadastrados no território nacional

Voluntários da Cruz Vermelha salvando vidas (Foto: Divulgação/ CVB)Voluntários da Cruz Vermelha em ação (Foto: Divulgação/ CVB)

Após testemunhar e se maravilhar com a ação da Cruz Vermelha em outros países, o doutor Joaquim de Oliveira Botelho decidiu fundar e ver funcionando no Brasil um movimento internacional humanitário independente com o objetivo de proteger a vida. A partir do desejo de Joaquim foi fundada, em 5 de dezembro de 1908, a Cruz Vermelha Brasileira (CVB), completa 105 anos de fundação, e tece como primeiro presidente Oswaldo Cruz.

A instituição é constituída com base nas convenções de Genebra e nos princípios fundamentais da Cruz Vermelha: humanidade, imparcialidade, neutralidade, independência, voluntariado, unidade e universalidade. De acordo com o Secretário Geral da Cruz Vermelha Brasileira, Paulo Roberto Costa e Silva, atualmente, a CVB está distribuída em quase todo o território nacional (exceto no Acre, Amapá, Piauí, Roraima e Rondônia) por meio de 23 filiais estaduais, e estima-se em 20 mil o número de voluntários cadastrados em todo o território nacional. A Cruz Vermelha atua em 187 países e conta com 97 milhões de voluntários ao redor do mundo.

“A força do nosso trabalho reside no voluntariado, que atua na prevenção e resposta a desastres, na prevenção de doenças, assistência social, no socorro de emergência às vítimas de calamidades, na qualificação dos voluntários, no direito humanitário, na captação de recursos e doações para pessoas e comunidades necessitadas. Em resumo, em todas as áreas em que seja possível aliviar o sofrimento das pessoas”, explica o Secretário Costa e Silva.

Quando não há calamidade a CVB atua nas campanhas de prevenção de riscos e desastres; realiza convênios com instituições públicas e privadas; desenvolve projetos na área de saúde e da assistência social; faz a gestão de hospitais, de Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e do programa saúde da família; desenvolve cursos livres e cursos técnicos de enfermagem; recebe doações e as encaminha às comunidades carentes, desenvolve campanhas especiais diversas, tais como campanha do agasalho ou campanha de arrecadação de brinquedos para o Natal e oferece cursos de qualificação, seminários e treinamentos de desenvolvimento e ações humanitárias. A instituição apoia ainda, grandes eventos como competições desportivas, jornada mundial da juventude, Círio de Nazaré, verão nas praias, e muito mais.

CVB (Foto: Divulgação/ CVB)Voluntária da Cruz Vermelha em ação no lixão 
de São Gonçalo, RJ (Foto: Divulgação/ CVB

De acordo com o secretário Costa e Silva, para ser voluntário da CVB é preciso ter vocação para servir. “Ser voluntário é um estado de espírito. É ter coragem, desprendimento, vontade de ajudar e altruísmo. É preciso estar sempre pronto para atender a qualquer chamado, quando e onde se fizer necessário atuar em defesa da vida”, explica. Para participar do quadro de voluntários da CVB basta procurar uma das unidades e se cadastrar. A pessoa selecionada passará por uma entrevista e realizará um treinamento básico, para que, no final, seja assinado um termo de adesão de voluntário.

Já quem tem interesse em fazer doações, basta procurar uma das sedes Estaduais, Municipais ou em outros locais indicados, ou, no caso de doações em espécie, nas contas indicadas nos sites das unidades de CVB em todo o Brasil. Outras informações  poderão ser buscadas no site da Cruz Vermelha Brasileira ou nos sites das filiais nos Estados. De acordo com o secretário Costa e Silva, para comemorar o aniversário de fundação, serão realizadas cerimônias no Órgão Central e em todas as filiais para prestar homenagem a pessoas e instituições que se       voluntariaram ou contribuíram de alguma forma com a CVB.

  http://redeglobo.globo.com/globocidadania/noticia/2013/12/cruz-vermelha-brasileira-celebra-105-anos-de-contribuicao-para-saude.html

 


Uma homenagem a Nelson Mandela



06-12-2013 Declaração oficial 

Declaração oficial do presidente do CICV Peter Maurer sobre a morte do ex-presidente sul-africano Nelson Mandela. 

É com grande tristeza que tomei conhecimento da morte de Nelson Mandela, no dia 5 de dezembro, aos 95 anos. Em nome do Comitê Internacional da Cruz Vermelha, gostaria de expressar os meus mais sinceros pêsames à sua família e aos seus amigos. 

Madiba – o seu nome de clã xhosa – permanecerá nas nossas mentes como o mais amável, altruísta, solícito e comprometido dos homens. 

Mandela foi reverenciado justamente pela sua dedicação à mudança pacífica e ao respeito ao Estado de Direito. A sua aversão à injustiça formou as bases para os seus esforços para resolver conflitos sem vingança ou derramas de sangue, e para o seu apoio às políticas moderadas na África do Sul pós-apartheid. 

Os delegados do Comitê Internacional da Cruz Vermelha que visitaram Mandela de 1967 a 1986, primeiro em Robben Island, depois no Presídio de Pollsmoor após a sua transferência em 1982, ficaram maravilhados com a sua força e determinação e com a sua vontade de ajuda os outros internos. 

Mandela será lembrado não somente pelos seus inúmeros serviços ao povo da África do Sul, mas também como um exemplo para o mundo todo. 

Peter Maurer, presidente do CICV