Escola de Enfermeiras

A história da Escola de Enfermagem da CVB se confunde com a própria história da Enfermagem no Brasil. Foi a Grande Guerra (1914-1918) que contribuiu para despertar o interesse na população brasileira pela prestação de serviço voluntário. Um grupo de senhoras da sociedade carioca constituiu um comitê denominado “Damas da Cruz Vermelha Brasileira”, que foi reconhecido posterior e oficialmente como a SEÇÃO FEMININA DA CRUZ VERMELHA BRASILEIRA, que teria como objetivo prestar auxílio como enfermeiras voluntárias a feridos e doentes em tempo de guerra ou em caso de calamidade nacional.

Em 20 de outubro de 1914 iniciou-se o primeiro curso para formar o corpo de Enfermeiras Voluntárias. Em seguida foram criados um novo curso para Enfermeiras profissionais e a Escola Prática de Enfermeiras, na sede provisória da CVB, em 16 de março de 1916.

Fatos marcantes da Escola de Enfermagem:

  • Durante a Gripe Espanhola (1918), a Escola de Enfermagem, no Rio, foi transformada em isolamento e as enfermeiras se desdobravam nos diversos hospitais do Rio, nas Residências e nos Postos de Socorros em algumas Filiais.

  • Em 1920, ocorria a inauguração do primeiro curso de Enfermeiras visitadoras da CVB, pioneiro no país. O papel destas enfermeiras no Rio de Janeiro foi considerado fundamental para desenvolver a educação sanitária, bem como para a formação de um elo entre a família e o serviço de saúde.

  • Em 1940, passou a funcionar o curso de Assistência Social da Escola de Enfermagem da CVB.

  • Por Nota de 31/1/1940 o Ministro da Guerra regulou o registro de diplomas de Enfermeiras Profissionais e Samaritanas da CVB, conferindo a esses documentos o reconhecimento para o exercício da profissão em todo o território nacional.

  • Entre as formandas do curso de Samaritanas da CVB (1942), duas participaram da Segunda Guerra Mundial na Itália, como membros da Força Expedicionária Brasileira (FEB): Elza Cansanção Medeiros e Virgínia Maria de Niemeyer Portocarrero.

  • Por duas vezes alunas da CVB foram agraciadas com a Medalha Florence Nightingale, a mais alta distinção internacional dada a um enfermeiro ou auxiliar de enfermagem. Sra. Idalia de Araújo Porto Alegre (1927) e a Enfermeira Irene de Miranda Contegipe Milanez (1948).

  • A Escola de Enfermagem da CVB continuou com destacada atuação na área da educação de enfermagem nas décadas seguintes, com uma média anual de 1.500 alunos matriculados. Em consequência de uma crise institucional, que atingiu a Entidade, a Escola encerrou suas atividades no ano 2000. Em 2009 foi reaberta e é administrada pela Filial da CVB no Rio de Janeiro.

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